
Michael J. Fox atualmente com 61 anos, se considera um homem de sorte, apesar da debilitante doença de Parkinson, da qual padece há três décadas.
Pra quem não se lembra, o ator fez sua estreia na série de televisão Family Ties, porém veio se tornar mundialmente famoso graças ao papel de Marty McFly na trilogia De volta para o Futuro na década de 80.
Michael prefere mostrar integridade e ver a parte positiva do que tem vivido. Apesar de a doença ter sido um ponto de inflexão no seu estado físico de saúde, Fox diz que para ele não faz diferença não dispor de cura.
Sobre a doença
É a segunda doença degenerativa mais comum do sistema nervoso central após a doença de Alzheimer.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que aproximadamente 200 mil pessoas tenham a doença de Parkinson no Brasil. A incidência da doença avança progressivamente a partir dos 50 anos de idade e raramente ocorre em crianças ou adolescentes.
Ela é uma doença degenerativa e lentamente progressiva de áreas específicas do cérebro. Em muitas pessoas, o pensamento torna-se comprometido ou desenvolve-se demência.
É caracterizada pelo tremor quando os músculos estão em repouso (tremor de repouso), aumento no tônus muscular (rigidez), lentidão dos movimentos voluntários e dificuldade de manter o equilíbrio (instabilidade postural).
Sintomas
Geralmente, a doença de Parkinson começa de modo assintomático e avança de forma gradual. Os sintomas mais comuns são tremores em cerca de dois terços das pessoas e problemas com movimentos ou uma sensação reduzida de odores na maioria das outras.
Normalmente, a doença de Parkinson pode causar também os seguintes sintomas:
- Rigidez: Os músculos ficam rígidos, tornando o movimento difícil.
- Lentificação dos movimentos: Os movimentos ficam lentos e menores e são difíceis de iniciar. Assim, as pessoas tendem a se mover menos.
- Dificuldade em manter o equilíbrio e a postura: A postura torna-se curvada, e é difícil manter o equilíbrio. Portanto, as pessoas tendem a tombar para a frente ou para trás.
Diagnóstico
Para o diagnóstico, é fundamental a avaliação médica com um exame físico detalhado e, em caso de necessidade, o profissional pode lançar mão de exames de imagem complementares, como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. Nesse cenário, o diagnóstico da doença de Parkinson mostra-se dificultoso, pois os sintomas nas etapas iniciais de evolução da doença podem apresentar-se de forma sutil.
Além disso, a necessidade de um exame físico minucioso mostra-se fundamental para descartar possibilidade de um mal diagnóstico da doença de Parkinson, uma vez que em muitos casos, os tremores caracterizam-se como tremores essenciais.
Nessa conjuntura, durante o exame físico, o médico solicita a realização de manobras para a avaliação motora e, em determinados casos, o profissional pode lançar mão do uso de levodopa (medicação usada como matéria prima para a fabricação da dopamina pelo cérebro), auxiliando no diagnóstico positivo para a doença caso o paciente apresente melhora.
Vida de Michael J. Fox atualmente
O ator agora se dedica totalmente ao trabalho à frente da fundação que leva seu nome, uma ONG que criou em 2000 com o objetivo principal de buscar a cura para a doença. Desde a sua fundação, conseguiram doar US$ 650 milhões de dólares para pesquisas (R$ 3,68 bilhões de reais) e participar no aperfeiçoamento de alguns medicamentos.
Você também sofre dessa doença? Entre em contato e vamos buscar a melhor solução de seu problema.
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